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Missão Cristolândia - AL envia jovem para capacitação no Rio de Janeiro

Reativada em Alagoas desde 2017, a Missão Batista Cristolândia, que acolhe e trata pessoas com dependência química e em situação de rua, já começa a colher frutos para a Glória de Deus. A Organização cristã enviou, no início de junho, a primeira pessoa de Alagoas para participar do Projeto Radical Brasil, da Junta de Missões Nacionais. O Projeto tem como objetivo despertar vocações entre jovens e adultos, profissionais ou estudantes, que queiram tomar uma atitude radical, dedicando-se voluntariamente por um determinado período no campo missionário.

O jovem Carlos Eduardo da Silva, que tem 25 anos de idade, ficará por um período de três meses no Rio de Janeiro recebendo treinamento teórico o prático sobre dependência química, homilética e assuntos relacionados a questões espirituais. Eduardo é membro da Primeira Igreja Batista no Tabuleiro. Ele recebeu total apoio da sua liderança e membros, que aprovaram sua decisão em Assembleia extraordinária e custearam parte das despesas. Após o treinamento, poderá atuar em qualquer uma das etapas que compõem o Projeto Cristolândia.

Em Alagoas, a Cristolândia é coordenada pelo pastor Wenbley Farias e sua esposa Rafaela Farias; atualmente está com 26 alunos e dois radicais. A estrutura é mantida pelas ofertas das Igrejas e de seus membros. A Organização conta com um grupo de voluntários que dão aulas de reforço e alfabetização para os internos. Os acolhidos seguem uma rotina diária de devocional, cultos, estudos, atividades de manutenção da estrutura da sede e terapias ocupacionais.

Para o pastor Wenbley, o desempenho de Eduardo é um grande exemplo para os demais jovens que fazem parte da Instituição, e também a prova viva de que vale a pena acreditar no poder transformador do Evangelho de Cristo. “Eduardo é um grande exemplo de que vale a pena acreditar na transformação de vida pelo poder do Evangelho”, disse. A Cristolândia em Alagoas fica na Avenida José Magalhães, 422, Rio Largo, ao lado da CEASA.

Por: Joseane Santos Oliveira, jornalista


 
 

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